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Entrevista do Dr. Ricardo M. Oliveira ao Jornal O Estado de S. Paulo

23/03/2020 - 14:31

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Depois das notícias de estudos preliminares, mas ainda sem confirmação, de que a hidroxicloroquina associada a um antibiótico foi testada com certo êxito para combater o coronavírus, o medicamento sumiu das prateleiras das farmácias, tanto as online como as físicas. Antes dos testes, a substância usada para doenças reumáticas e autoimunes como a SAAF (síndrome do anticorpo antifosfolípide), que tenho, a hidroxicloroquina fazia parte daquele conjunto de medicamentos fundamentais para tratar os sintomas e que até então viviam tranquilamente nas prateleiras e estoques das farmácias, apesar de existir apenas tês fabricantes no Brasil (dois genéricos e um de marca)

O sulfato de hidroxicloroquina, substância menos tóxica da cloroquina, está há mais de 40 anos em uso. Inicialmente foi aplicada para o tratamento da malária, mas, como é um imunomodulador, passou a ser usado em doenças reumáticas, explica o Ricardo de Oliveira do RDO diagnósticos. 

Para ele o uso indiscriminado no momento só vai afetar aqueles que precisam realmente da substância.

Confira a entrevista na íntegra:

https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,depoimento-comecei-a-percorrer-as-farmacias-atras-da-hidroxicloroquina,70003242390