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Doenças sexualmente transmissíveis podem provocar infertilidade

10/05/2017 - 13:13

Além do risco de transmissão e complicações, as DSTs afetam a vida reprodutiva tanto de homens como de mulheres; O RDO oferece painel de exames que permitem diagnóstico rápido e preciso do agente causador, para um tratamento eficaz

Mais de 10 milhões de brasileiros já apresentaram algum sinal ou sintoma de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), segundo o Ministério da Saúde. Só no caso de sífilis, a contaminação em grávidas cresceu 120% nos últimos 5 anos. Além do risco de transmissão e complicações, as DSTs também provocam infertilidade tanto no homem como na mulher.

Em grávidas, as doenças estão associadas a aborto espontâneo, parto prematuro, má-formação do feto, surdez, cegueira, deficiência mental e morte ao nascer. Por isso, é importante um diagnóstico preciso do agente causador para que o tratamento seja feito o mais rápido possível, evitando complicações.

Para detectar qual é o agente causador, o RDO Diagnósticos Médicos oferece um painel de exames com diagnóstico por biologia molecular, que permite a quantificação do agente infeccioso pesquisado em menos tempo. Além da sífilis, as principais DSTs são clamídia, Doença Inflamatória Pélvica (DIP), gonorreia, hepatite B, herpes genital, HIV e HPVs.

As vantagens do painel DST:
. Detecção simultânea e em único teste dos seguintes agentes infecciosos: Chlamydia tracomatis, Mycoplasma genitalium, Mycoplasma hominis, Neisseria gonorrhoease, Trichomonas vaginalis, Ureaplasma parvun, Ureaplasma urealyticum;

. Diagnóstico rápido e sensível, principalmente se comparado a outras metodologias;

. Resultados confiáveis e assertivos para subsidiar com precisão e confiabilidade o diagnóstico;

. Facilidade de interpretação, especificidade e alto desempenho.

Os exames
O diagnóstico é feito por meio de exame de sangue.  Os testes identificam o contato da gestante com micro-organismos causadores de doenças, que podem interferir no desenvolvimento saudável da gestação. Veja as doenças que podem ser detectadas:

. Sífilis: é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum. Com o diagnóstico, é possível começar de imediato o tratamento com antibióticos ou anti-infecciosos, o que irá proteger o feto da transmissão placentária.

. HIV quando é conduzida adequadamente na gestação e parto, reduz-se muito as chances de ocorrer a transmissão para o feto.

. Hepatite B e C, no caso da B se a pesquisa na mãe for positiva, pode-se medicar o recém-nascido, reduzindo o risco de contaminação e as consequentes complicações como o risco de desenvolver cirrose hepática e câncer.

. Toxoplasmose (toxoplasma gondii) pode passar pela placenta e gerar consequências para o feto. Para minimizar os efeitos da infecção, medica-se a gestante. No caso de o exame ser negativo, aconselha-se a repetição a cada três meses, além dos cuidados de dieta e higiene, já que a contaminação pode acontecer por via oral.

. Rubéola pode causar más-formações cardíacas, oculares e cerebrais no feto, assim como pode provocar o abortamento e parto prematuro.

. Citomegalovírus que pode passar para o feto e ocasionar baixo peso, microcefalia, icterícia, além de ser a principal causa de surdez congênita.