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Dia Mundial da Pré-Eclâmpsia alerta sobre a importância do pré-natal

25/05/2017 - 12:49

Para alertar sobre os riscos da doença, organizações de saúde criaram o Dia Mundial da Pré-Eclâmpsia, celebrado no dia 22 de maio. Pela primeira vez neste ano foi feita uma campanha em vários países sobre a importância de diagnosticar esse problema, responsável por grande parte das interrupções prematuras da gestação.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pré-eclâmpsia atinge de 5% a 7% das mulheres grávidas. A sua forma mais grave, a eclâmpsia, é a responsável por 14% das mortes maternas. Caracterizada pelo aumento da pressão arterial a doença acomete a gestante a partir da 20ª semana de gestação, especialmente no 3º trimestre, e pode evoluir para a eclâmpsia, que põe em risco a vida da mãe e do bebê.

Os principais sinais são hipertensão arterial, edema (inchaço) nas pernas, aumento do peso e perda de proteína pela urina. As causas ainda não foram estabelecidas, mas estudos a associam à trombofilia – uma propensão a desenvolver coágulos no sangue. Estima-se que 40% das pacientes que apresentam pré-eclâmpsia são portadoras da forma adquirida da doença.

O diagnóstico precoce e os exames durante o pré-natal são os principais aliados da gestante contra a pré-eclâmpsia. O RDO Diagnósticos Médicos oferece Painel de Exames para o acompanhamento das gestantes. O ultrassom morfológico com doppler avalia a velocidade do fluxo sanguíneo placentário, responsável por complicações como pré-eclâmpsia, restrição ao crescimento intrauterino e na identificação do feto com maior risco de resultado perinatal adverso.

Outro exame é o PLGF, que avalia o risco de a mulher desenvolver o problema. Realizado entre a 9ª e a 14ª semana de gravidez por meio de análise do sangue, ele detecta as taxas de proteína nos vasos sanguíneos da placenta, que mostram se a mulher está predisposta a ter pré-eclâmpsia ou complicações mais sérias.