ENDOSCOPIA E COLONOSCOPIA

A endoscopia e a colonoscopia consistem em procedimentos realizados por um médico especialista para a captura de imagens internas do aparelho digestivo, através da introdução de um tubo flexível com um micro câmera na ponta.

Na endoscopia (via oral) se visualiza e captura de imagens do esôfago, estômago e duodeno. Já na colonoscopia (via retal) o intestino grosso e parte do íleo terminal (porção final do intestino delgado).

Esses exames são recomendados ou indicados quando o paciente tem queixas e sintomas como: engasgos frequentes ou dificuldades de engolir, regurgitação, náuseas, vômitos, queimação, dores estomacais e abdominais frequentes, alterações do habito intestinal, diarreia, sangramento, uso de certas medicações crônicas, antecedentes familiares de tumores ou cânceres no aparelho digestivo.

Esses procedimentos exigem preparos: na endoscopia consiste em jejum de oito horas, a suspensão de algumas medicações em uso contínuo. Já na colonoscopia se inclui ainda uma dieta (liquida e pastosa), e o uso de medicações laxativas para que o cólon esteja limpo na hora do procedimento. Neste caso, o paciente é submetido a uma simples sedação permanecendo apenas em estado de sonolência para que procedimento seja realizado de modo confortável.

No RDO Diagnósticos Médicos estes exames são realizados desde 2005, sob a responsabilidade do Dr. Toshiro Tomishige especialista de ampla experiência.

Para saber mais informações acesse www.rdo.med.br ou escreva aqui a sua pergunta.

Agendamento para exames ligue (11)3065-0800 ou atendimento@rdo.med.br

Dr. Ricardo M. de Oliveira
Fundador – Diretor Clínico – Técnico responsável
CRM 26218

QUANTO TEMPO O CASAL DEVE AGUARDAR PARA PROCURAR AJUDA PARA ENGRAVIDAR?

O tempo de espera diz respeito ao tempo que o casal está tentando engravidar naturalmente. Durante este período, o diagnóstico de infertilidade não pode ser previsto porque há uma demora natural na concepção. Caso o casal não consiga engravidar após esse período, o ideal é procurar uma avaliação médica com um especialista da área de reprodução humana.

Para as mulheres com menos de 35 anos, recomenda-se procurar orientação pelo menos um ano depois, para ter relações sexuais frequentes, especialmente durante os anos ciclos reprodutivos.

A partir dos 35 anos, as chances de engravidar diminuem gradativamente. Como resultado, o tempo de espera para conceber agora é de seis meses para mulheres de 35 a 39 anos.

Para mulheres com 40 anos ou mais, a ajuda do médico deve ser procurada o mais cedo possível.
Desse modo, se após um ano tentando engravidar, naturalmente, ou seja, sem nenhuma ajuda médica, e sem sucesso, o casal deve procurar orientação médica para iniciar a investigação da saúde reprodutiva.

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QUAIS AS PRINCIPAIS CAUSAS DA INFERTILIDADE FEMININA/MASCULINA?

A infertilidade conjugal é objeto de muitas perguntas para os casais que tentam conceber. Ela é definida como incapacidade de conceber após um ano de tentativas sem conseguir a gravidez.
A infertilidade é um problema comum que atinge 15% da população mundial. Dados da Organização Mundial da saúde, apontam que em 40% dos casos o problema é originado pelos homens, 40% por mulheres e os 20% restantes estão relacionados a outras causas. Deste modo a dificuldade para engravidar pode ser decorrente de fatores femininos, masculinos ou de ambos.

Descubra as 5 principais causas de infertilidade masculina e feminina agora!

– Distúrbios hormonais: podem tornar a ovulação irregular ou até interromper o processo de liberação do óvulo, impossibilitando a fecundação.

Para os homens, a infertilidade está ligada à baixa testosterona que está ligada à produção de espermatozoides.

– Ejaculação precoce e disfunção erétil: em ambos os casos, os problemas podem ser causados por alterações hormonais ou distúrbios emocionais.

– Endometriose e SOP: o tratamento ginecológico através de medicamentos e intervenções cirúrgicas podem ser eficazes para a gravidez.

– Doenças sexualmente transmissíveis: as infecções podem evoluir sem sintomas e trazer complicações que prejudicam a região feminina e masculina.

– Emocional: a ansiedade, pressão familiar e estresse do dia a dia podem atrapalhar quem quer engravidar, alterando o ciclo de ovulação da mulher, por exemplo.

A infertilidade deve ser diagnosticada através da realização de exames, conte os o RDO DIAGNÓSTICOS que desde 2005 é um centro diagnóstico pioneiro que se voltou para a investigação da infertilidade conjugal .

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EXAMES QUE INVESTIGAM A INFERTILIDADE CONJUGAL

Um casal em idade reprodutiva deve considerar a busca de um profissional médico para investigação de sua fertilidade, quando não consegue a gestação, entre 12 a 18 meses de relações sexuais regulares e frequentes sem a utilização de nenhum tipo de metodologia contraceptiva.

Na primeira consulta, é importante falar sobre o tempo que o casal busca a gestação, afim de subsidiar o raciocínio do médico na investigação que inclui a avaliação do histórico clínico conjugal, a presença de possíveis doenças, incluso as hereditárias que podem resultar em infertilidade.

No caso do fator masculino os exames de avaliação podem ser: Básicos – Gerais (sorologias, glicemia, doenças crônicas) – Hormonais (FSH, LH, tireoidianos e testosterona) – seminal (Espermograma completo);

No caso do fator feminino os exames de avaliação podem ser: Básicos – Gerais (sorologias, glicemia, hemograma, coagulograma, tipagem sanguínea, anticorpos) – Ovarianos (função reserva) – Tubários (histerossalpingografia) – Útero e pelve (ultrassonografia) – Endometriose (marcador CA 125);
Ampliados – Gerais (vitaminas e outros) – Metabólico hormonal ovariana (hormônios anti—Mülleriano e outros) – Útero e tubas (sorologia, histeroscopia com biopsia endometrial, painel microbiológico por PCR-RT) – Genéticos (cariótipo) – Autoimunes ( anti-TPO e antitireoglobulina ) – Trombofilias herdadas e adquiridas ( mutações, anticorpos antifosfolipedes convencionais, proteínas C e S, homocisteína) – Abortos, falhas de implantação e perdas gestacionais recorrentes ( células NK, anticorpos antifosfolípides específicos, receptividade endometrial, receptores KIR-HLA, antiendomísio e antitransglutaminase tecidual, etc.)

O RDO Diagnósticos Médicos é um centro de diagnóstico que desde 2005 se voltou para a investigação da infertilidade conjugal realizando diversos e específicos exames

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O QUE É HISTEROSCOPIA?

Este procedimento usa o histeroscópio – um aparelho que contém uma fibra óptica de 10 milímetros de diâmetro que transmite luz e capta imagem através de uma microcâmera.

Introduzido por via endocervicovaginal, o equipamento capta e transmite imagens do interior do útero para um monitor de TV, o que permite ao médico e à mulher acompanhar o exame em tempo real.

O procedimento é bem simples, e pode ser realizado em mulheres de qualquer idade, inclusive com hímen, seja no ambiente ambulatorial ou hospitalar e, dependendo do tipo de histeroscopia (diagnóstica e ou cirúrgica), pode ser feito com ou sem anestesia.

A histeroscopia muitas vezes é solicitada como um exame complementar para investigar algum achado no exame de ultrassonografia pélvica.

A histeroscopia é indicada em situações como:
· Abortamentos de repetição;
· Adenocarcinomas;
· Aderências uterinas;
· Alterações na camada endometrial;
· Infertilidade;
· indicar e controlar cirurgias uterinas;
· Miomas;
· Pólipos;
· Sangramentos fora do período menstrual.

Há muitas outras situações para a sua indicação, entretanto a principal razão ainda é o sangramento anormal e, quando necessário, é possível a realização de biópsias.

A histeroscopia também é usada para fazer laqueadura e auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de lesões do colo uterino causadas pelo HPV (Papiloma Vírus Humano).

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INFERTILIDADE O QUE É?

A infertilidade é o diagnóstico de um casal que não engravida após um ano de relações sexuais bem distribuídas ao longo do ciclo menstrual, mesmo sem o uso de nenhum método contraceptivo.

Em circunstâncias normais, casais em idade fértil que mantêm uma relação sexual plena e não usam nenhum método contraceptivo geralmente levam vários meses ou até mais de um ano para obter uma gravidez ideal, resultando no equívoco de infertilidade.

Existem dois tipos de infertilidade:

– Primária: quando não houve gravidez anterior;

– Secundária: já houve uma gravidez.

O fato de uma mulher já ter sido mãe não garante a fertilidade em futuras gestações. O diagnóstico de infertilidade também se aplica a mulheres que estão grávidas, mas não conseguem sustentar a gravidez até o fim por vários motivos.

Conte com o RDO Diagnósticos Médicos para realizar seus exames de fertilidade, estamos preparados para te receber!

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CONHEÇA O NOVO EXAME DO RDO: myNewborn

O teste permite conhecer o risco do recém-nascido a apresentar cerca de 390 de doenças que podem aparecer nas primeiras etapas de vida. O teste é complemento do teste do pezinho convencional, melhorando a utilidade clínica.

MyNewborn é uma expansão do teste bioquímico neonatal convencional, aumentando as doenças metabólicas e genéticas detectadas, o que permite a intervenção nutricional e outros procedimentos durante a infância, melhorando a saúde do recém-nascido.

O teste analisa mais de 400 genes através do sequenciamento do exoma completo (Whole Exome Sequencing).

Que tipo de doenças inclui?
– Altamente acionáveis de aparecimento na
infância.
– Incluídas no teste bioquímico de triagem neonatal.
– Doenças de aparecimento na idade adulta, que são acionáveis na infância.
– Comuns, mesmo que não tratáveis, com frequência de portador superior a 1/100.

Que tipo de amostra é necessário?
Sangue ou saliva com kit específico.

Conhecer este risco é importante para a recomendação de uma estratégia terapêutica precoce e personalizada nos cuidados com o recém-nascido, dependendo do gene no qual a(s) variante(s) foram identificadas. Isto também permite se antecipar aos impactos da doença manifesta na fase adulta.

Marque seu exame no RDO Diagnósticos Médicos e receba um tratamento único!

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DOENÇA DE GRAVES

Trata-se de uma doença autoimune, também conhecida como Doença de Basedow-Graves em que o sistema imunológico ataca a sua própria glândula tireoide fazendo com que ela fique hiperativa.

É uma condição de hipertireoidismo, mas com sinais e sintomas adicionais que não acontecem no hipertireoidismo clássico.

As causas da doença de Graves ainda não está esclarecida, mas se acredita que ela pode estar relacionada a fatores genéticos e ambientais, bem como a outras doenças infecciosas anteriores (caxumba, rubéola, sarampo). Entretanto, suas manifestações podem ser divididas naquelas que são características do hipertireoidismo e nas específicas da doença. A gravidade e duração está relacionada como a idade e o gênero. Os sintomas mais comuns, principalmente nos jovens, são nervosismo, fadiga, taquicardia ou palpitações, intolerância ao calor e perda de peso com aumento do apetite.

A doença de Graves pode apresentar-se por astenia física e emagrecimento, por vezes acompanhadas de alterações cardíacas, como a fibrilação – manifestação rara nos indivíduos abaixo dos 50 anos (Brent 2008).
Nos indivíduos do sexo masculino, os sintomas podem se apresentar como aumento e dor nas mamas (ginecomastia) e disfunção eréctil, enquanto nas mulheres se relata irregularidades menstruais e infertilidade.

Muitas vezes, o diagnóstico é um achado do oftalmologista, em virtude de queixas como olhos avermelhados, que lacrimejam constantemente ou olhos que ficam mais salientes ou com a pálpebra mais voltada para trás, Entretanto, com idade mais avançada é necessário estar alerta para possíveis manifestações atípicas.

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SAIBA MAIS SOBRE PGS!

PGS (triagem genética pré-implantacional do inglês “preimplantation genetic screening” avalia possíveis aneuploidias – alterações numéricas nos cromossomos do embrião – ajudando o especialista em reprodução assistida a identificar os embriões euplóides (aqueles que possuem a contagem de 46 cromossomos), o que aumenta as chances de gravidez por ciclos de FIV (fertilização in vitro).

A análise inclui a avaliação das síndromes mais conhecidas, como Síndrome de Down (trissomia do 21), Síndrome de Patau (trissomia do 13), Síndrome de Edwards (trissomia do 18) e a Síndrome de Turner (monossomia do X).

Conte com o RDO Diagnósticos Médicos para realizar sua análise com qualidade e tecnologia!

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CÂNCER DE MAMA (BRCA 1 E BRCA 2)

O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente e o mais comum entre as mulheres.

No Brasil, as taxas de mortalidade por este câncer continuam elevadas, visto que o seu diagnóstico ocorre no estágio avançado.

Identificar as pessoas com predisposição genética ao desenvolvimento do câncer de mama permite adotar medidas preventivas, estabelecer uma rotina personalizada de rastreio de câncer e direcionar as estratégias terapêuticas a ser adotada em cada caso.

O BRCA do inglês, Breast Cancer 1 e 2, são dois genes que se diferem entre si e alterando as chances de desenvolvimento da doença, seja no ovário ou nas mamas, tanto na mulher quanto no homem.

Os genes BRCA1 e BRCA2 não causam o câncer de mama, na verdade, eles desempenham um papel na prevenção do câncer de mama, pois ajudam a manter o mecanismo reparador das quebras do DNA. Entretanto, em alguns indivíduos, esses genes supressores do tumor não funcionam corretamente. Quando um gene é alterado ou danificado, e não realiza mais sua função de forma programada e pode, então, ocasionar o desenvolvimento descontrolado de tumores e do câncer. Isso é conhecido como mutação genética.

O teste genético do BRCA1 e BRCA2 dá aos indivíduos a chance de saber se o câncer de mama ou o histórico familiar de câncer de mama se deve a uma mutação genética hereditária.

O teste é indicado para todos os indivíduos com histórico de câncer de mama, ovário, pâncreas ou de próstata, bem como, naqueles que nunca tiveram câncer, mas tiveram familiares próximos com a doença.

O RDO realiza este teste desde 2013, a partir de uma simples coleta de sangue, que analisa de modo aprofundado por sequenciamento de nova geração (NGS) todas as variantes nos genes BRCA1 e BRCA2, identificando essas mutações.

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