RDO DIAGNÓSTICOS MÉDICOS
NOTÍCIAS & MÍDIA

HORMÔNIO ANTI-MÜLLERIANO: PERMITE AVALIAR A RESERVA DE ÓVULOS DE ACORDO COM A IDADE DA MULHER

As mulheres estão cada vez mais, adiando a maternidade para após os 30 anos ou mais.

O percentual de mães nesta faixa etária cresceu na última década no país. Segundo o estudo, Saúde Brasil do Ministério da Saúde passando de 22,5% em 2000 para 30,2% em 2012. Dados do IBGE, relatam que, desde o fim dos anos 1990 o número de mulheres que se tornaram mães depois dos 40 anos aumentou em 88,5% — passou de 48 402, em 1998, para 91 212, em 2018.

A dedicação à carreira profissional e equilíbrio financeiro é um aspecto positivo, entretanto, essa tendência traz algumas preocupações para as mulheres, uma vez que, quanto mais avançada a idade, mais dificuldade de engravidar. A função ovariana varia de acordo com cada mulher, principalmente devido ao fator idade. A produção de óvulos viáveis para se obter a fecundação, diminui a partir dos 35 anos.

O hormônio anti-mülleriano (AMH) é produzido pelas células granulosas dos ovários e que controla o desenvolvimento dos folículos (a partir dos quais os óvulos de desenvolvem). O AMH é considerado como o mais efetivo marcador bioquímico do declínio da função ovariana e consequentemente, da idade reprodutiva, quando comparado com outros testes.

O teste do AMH permite ao médico predizer a alta, adequada ou baixa resposta da função ovariana. Permite ainda, orientar a mulher quanto ao planejamento da maternidade ou até mesmo na decisão de congelar os óvulos, por exemplo, para uma gravidez futura ou mesmo em caráter preventivo em caso de mulheres com câncer.

O teste é bem simples de se realizar, basta uma coleta de sangue em qualquer fase do ciclo menstrual.  O resultado do AMH é impresso em laudo com um gráfico e o software combina e avalia de acordo com a idade da paciente.

Este laudo/gráfico permite ao médico solicitante uma interpretação mais precisa da avaliação da reserva ovariana, indicando, por exemplo, a quantidade de óvulos, quando eles devem acabar, a alta ou baixa resposta ovariana ao estímulo hormonal usado em ciclos de fertilização in vitro, marcador indireto da síndrome dos ovários policísticos e de tumores de células granulosas dos ovários, bem como o início da transição para a o climatério (menopausa).

As principais aplicações do teste do AMH: 

  • Identificar risco para o comprometimento da reserva ovariana tais como: idade acima de 35 anos, histórico familiar de falência ovariana prematura ou menopausa precoce, história de cirurgia pélvica e ooforoplastia (endometriomas, teratomas, tumores ovarianos malignos);
  • Orientar o protocolo e a dosagem da medicação hormonal a ser usada para a indução controlada da ovulação em ciclos de reprodução assistida;
  • Identificar risco para a alta ou baixa resposta ovariana à estimulação hormonal controlada em programas de fertilização in vitro (FIV);
  • Selecionar as mulheres candidatas à doação de óvulos;
  • Auxiliar no aconselhamento do planejamento familiar e na preservação da fertilidade (congelamento de óvulos);
  • Identificar antecedentes de tratamento de reprodução assistida com baixa ou nenhuma resposta ovariana;
  • Identificar as mulheres com endometriose avançada na região dos ovários (classificação de estágio III e IV – segundo a Associação Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM);
  • Identificar as mulheres portadoras de síndrome de ovários policísticos, exposição excessiva a produtos de impacto ovariano (tabagismo, medicamentos quimioterápicos, combustíveis, solventes químicos etc.); possível disfunção tiroidiana e doenças autoimunes;
  • Mulheres no pré e pós-tratamento cirúrgico oncológico;
  • Mulheres com infertilidade sem causa aparente (ISCA) ou desconhecida.

Para ajudar a planejar melhor a maternidade, conte com o RDO Diagnósticos Médicos, na realização do o exame hormonal anti-mülleriano, pioneiramente desde 2006.

Para saber mais, consulte o seu médico.

Para saber mais, consulte o seu médico.

Para mais informações/orçamento:

Telefone/whatsapp (11) 3065-0800  

atendimento@rdo.med.br

Postagens recentes

• O reembolso é um direito que deve ser sempre utilizado e aproveitado quando disponível em seu plano de saúde ou convenio!

• O reembolso é a melhor maneira de utilizar o seu plano:

O plano de reembolso é reconhecido por Lei como aquele em que o usuário escolhe livremente o prestador de serviço, sendo reembolsado, nos limites pactuados, do valor gasto, não sendo permitidos mecanismos de regulação assistencial de uso pela operadora de convênio/seguro.

  • Você escolhe o médico, o hospital, o laboratório independentemente da operadora de convênio/seguro para tomar alguma decisão;
  • Não há intermediários entre você e seu médico, permitindo um relacionamento mais franco;
  • Muitos imaginam que reembolso contempla apenas uma porcentagem do valor da consulta, do procedimento ou exame, mas isto não é verdade;
  • A maioria das operadoras de convênios possui uma tabela própria que fixa e determina para cada plano o valor do reembolso;
  • De acordo com a ANS, a operadora de convênio/seguro não é obrigada a anexar a respectiva tabela de reembolso nos contratos, mas é obrigada a informar pelo seu atendimento como chegou ao valor reembolsado, pois, é direito do usuário de saber (valor da chamada “prévia de reembolso”).

O direito a esta informação, é reforçado pelo Procon (art. 46 do Código de Defesa do Consumidor), que diz que o conhecimento prévio é direito do consumidor.

Assim, dependendo do valor que será cobrado, o valor reembolsado será uma porcentagem ou mesmo o valor total.  Por isso a importância de saber o valor do seu reembolso, antecipadamente, através da previa de reembolso;

  • Assim, você saberá se seu prestador está dentro do valor, ou, se será necessário complementar o valor do reembolso;
  • Você poderá também negociar dentro do valor conhecido.
  • Saiba que a diferença que não foi reembolsada pode ser deduzida/descontada do seu imposto de renda pessoa física.