RDO DIAGNÓSTICOS MÉDICOS
NOTÍCIAS & MÍDIA

INFERTILIDADE FEMININA: 40% DOS ABORTOS DE REPETIÇÃO, PERDAS GESTACIONAIS E FALHAS DE IMPLANTAÇÃO PODEM SER DECORRENTES DA ENDOMETRITE CRÔNICA.

A endometrite crônica é um processo inflamatório do endométrio causado pelo desequilíbrio na flora bacteriana uterina. Não há, uma causa específica para sua manifestação, entretanto a doença pode vir de fatores como doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e/ou doença inflamatória pélvica (DIP).

A doença muitas vezes está associada à falha da implantação e ao aborto de repetição. Segundo estudos, ela afeta aproximadamente 40% das mulheres com diagnóstico de infertilidade, enquanto que a sua prevalência em mulheres com Repetidas Falhas de Implantação (RIF) e Perda Gestacional Recorrente (RPL) pode chegar a 66%. 

As metodologias tradicionais, para a sua investigação, incluem cultivo no laboratório de microbiologia de secreções ou fluídos que pode ser vaginal, endocervical. Porém, algumas dessas bactérias são muito difíceis de crescer em cultivo, então muitos casos, ficam assintomáticos e subdiagnosticados, visto que, a doença muitas vezes não demonstra sinais e sintomas. 

Por isso, o seu diagnóstico deve ser preciso e confiável pois, pode passar despercebido.

O Painel Microbiológico Endometrial MICENDO- RDO ter por objetivo avaliar de maneira qualitativa, através da Metodologia de PCR-Real Time por ensaio qualitativo SYBR Green para detecção de ácidos nucleicos dos patógenos, bem como o PCR-R para a detecção qualitativa por primers e sondas de ácido nucleico dos patógenos possivelmente causadores do processo infeccioso e inflamatório do endométrio.

A Especificidade de 100% para Chlamydia trachomatis, Neisseria gonorrhoeae, Mycoplasma genitalium, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Trichomonas vaginalis e sensibilidade LOD de 10² a 10³ cópias/mL com probabilidade ≥ a 95%.

Para Escherichia coli, Gardnerella vaginalis, Klebsiella pneumoniae, Sthaphylococcus spp., Streptococcus spp., Enterococcus spp., a especificidade é de 100%, porém por se tratar de um protocolo de pesquisa em desenvolvimento ainda não há sensibilidade exata definida para cópias/mL.

Entretanto, um resultado negativo não exclui a presença de outros patógenos endometriais e este teste identifica bactérias com base no gênero, e não garante precisão em relação a espécie.

A realização do Painel Microbiológico Endometrial MICENDO- RDO requer o procedimento de biópsia através da inserção de uma cânula vaginal para a remoção de um pequeno fragmento de tecido endometrial.

Painel MICENDO-RDO permite a avaliação simultânea de 13 patógenos por PCR tempo real, o quais podem estar associados ou relacionados a presença endometrite crônica:

  1. Chlamydia trachomatis;
  2. Enterococcus spp.;
  3. Escherichia coli;
  4. Gardnerella vaginalis;
  5. Klebsiella pneumoniae;
  6. Mycoplasma genitalium;
  7. Mycoplasma hominis;
  8. Neisseria gonorrhoeaeae;
  9. Staphylococcus spp.;
  10. Streptococcus spp.;
  11. Trichomonas vaginalis;
  12. Ureaplasma parvum;
  13. Ureaplasma urealyticum;

Diferentemente de outros testes, o Painel MICENDO-RDO avalia simultaneamente, 2 (dois) tipos amostrais no mesmo exame.

1 – Lavado endometrial em tubo de 5mL;

2 – Material da biopsia em criotubo;

Para saber mais, consulte o seu médico.

Para saber mais, consulte o seu médico.

Para mais informações/orçamento:

Telefone/whatsapp (11) 3065-0800  

atendimento@rdo.med.br

Referências
1. Moreno I, Cicinelli E, Garcia-Grau I, Gonzalez M, Bau D, Vilella F, De Ziegler D, Resta L, Valbuena D, Simon C. The diagnosis of chronic endometritis in infertile asymptomatic women: a comparative study of histology, microbial cultures, hysteroscopy, and molecular microbiology. Am J Obstet Gynecol. 2018; 218(6):602.e1-602.e16


2. Cicinelli E, Matteo M, Tinelli R, Pinto V, Marinaccio M, Indraccolo U, De Ziegler D, Resta L. Chronic endometritis due to common bacteria is prevalent in women with recurrent miscarriage as confirmed by improved pregnancy outcome after antibiotic treatment. Reprod Sci 2014; 21(5):640.


3. Cicinelli E, Matteo M, Tinelli R, Lepera A, Alfonso R, Indraccolo U, Marocchella S, Greco P, Resta L. Prevalence of chronic endometritis in repeated unexplained implantation failure and the IVF success rate after antibiotic therapy. Hum Reprod, 2015; 30(2):323-30.

Postagens recentes

• O reembolso é um direito que deve ser sempre utilizado e aproveitado quando disponível em seu plano de saúde ou convenio!

• O reembolso é a melhor maneira de utilizar o seu plano:

O plano de reembolso é reconhecido por Lei como aquele em que o usuário escolhe livremente o prestador de serviço, sendo reembolsado, nos limites pactuados, do valor gasto, não sendo permitidos mecanismos de regulação assistencial de uso pela operadora de convênio/seguro.

  • Você escolhe o médico, o hospital, o laboratório independentemente da operadora de convênio/seguro para tomar alguma decisão;
  • Não há intermediários entre você e seu médico, permitindo um relacionamento mais franco;
  • Muitos imaginam que reembolso contempla apenas uma porcentagem do valor da consulta, do procedimento ou exame, mas isto não é verdade;
  • A maioria das operadoras de convênios possui uma tabela própria que fixa e determina para cada plano o valor do reembolso;
  • De acordo com a ANS, a operadora de convênio/seguro não é obrigada a anexar a respectiva tabela de reembolso nos contratos, mas é obrigada a informar pelo seu atendimento como chegou ao valor reembolsado, pois, é direito do usuário de saber (valor da chamada “prévia de reembolso”).

O direito a esta informação, é reforçado pelo Procon (art. 46 do Código de Defesa do Consumidor), que diz que o conhecimento prévio é direito do consumidor.

Assim, dependendo do valor que será cobrado, o valor reembolsado será uma porcentagem ou mesmo o valor total.  Por isso a importância de saber o valor do seu reembolso, antecipadamente, através da previa de reembolso;

  • Assim, você saberá se seu prestador está dentro do valor, ou, se será necessário complementar o valor do reembolso;
  • Você poderá também negociar dentro do valor conhecido.
  • Saiba que a diferença que não foi reembolsada pode ser deduzida/descontada do seu imposto de renda pessoa física.